CORPO DE BOMBEIROS MILITAR

DO DISTRITO FEDERAL

Vidas alheias e riquezas salvar

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR

DO DISTRITO FEDERAL

Vidas alheias e riquezas salvar

Em todo o tempo ama o amigo e para a hora da angústia nasce o irmão. (Provérbios 17:17)

Poucas profissões dependem ou trabalham tanto com o conceito de amizade como os militares. Nós, bombeiros militares, temos uma especial relação com esse sentimento, ainda que tenhamos nomes e situações bem peculiares para defini-lo.

O Estatuto dos Bombeiros Militares prevê como princípio ético a prática da camaradagem e o espírito de cooperação.
O termo mais comum que utilizamos é "canga". Canga em geral é o indivíduo escolhido pelos instrutores para ser nosso parceiro nas atividades durante um curso operacional. Todos os exercícios, todas as obrigações, são realizadas em conjunto pelos cangas. É o canga que confere nossos equipamentos, fica acordado enquanto cochilamos, faz a segurança, ajuda a bater perna pra terminar a natação, suspende a mochila e diminui a carga na marcha, divide a comida e a água, incentiva a chegada... Os laços de camaradagem sempre excedem os limites do curso. A amizade produzida entre indivíduos que passam juntos por momentos de fadiga, desconforto, privações e ao final, pela honra da formatura, são eternizados.
Pelo mundo, mudam os nomes, mas o objetivo segue idêntico (cumprir a missão com eficiência e segurança, sabendo que nunca estaremos sozinhos): Buddy sistem -  sistema de camaradagem (Rangers - USA, Comandos - UK); dupla (Chile); binômio (Portugal, Colômbia, Paraguai); parella (Portugal); trinome (França); battle buddy - companheiro de batalha (US Army); shipmates (US Navy); wingsman (USAF).
No Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal não colocamos a mão no fogo por nossos amigos, nós entramos com eles no incêndio.

E você? Quem são seus cangas? Quem estava com você e lhe apoiou quando tudo estava difícil e parecia não ter solução?
Já mandou um abraço pra essa(s) pessoa(s)?
Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante. (Eclesiastes 4:10)

Ten Walmir Oliveira, equipe SOINP.
Centro de Comunicação Social - CECOM/CBMDF